sábado, 26 de novembro de 2011

Entrevista de Bá Freyre a um programa de TV em Fortaleza/CE, no ano de 2009.
O cantor e compositor cajazeirense reside hoje em Tel Aviv's - Israel. Na época em que o mesmo
deu a entrevista, (2009) o artista falava de seu trabalho e da perspectiva de lançamento do
seu novo CD que estava sendo gravado no estúdio Ararena de Fortaleza.





sábado, 19 de novembro de 2011

S.O.S EDIFÍCIO OK

MaisumavezSOSEdifícioOK


 

Está circulando na Internet, uma foto antiga desse prédio da década de 30. A imagem foi revitaliazada via IA. Mas, a bem da verdade, como está hoje, esse espaço pitoresco de Cajazeiras. Então vamos lá aos fatos hitóricos desse destacado equipamento cajazeirense, chamado Edifício Ok.
Construído pelo empresário José Lira Campos, em 1936, o Edifício Ok foi um dos primeiros centers comerciais e lazer instalados no sertão paraibano. Ainda hoje em pé, porém sofrido, esquecido e abandonado. O prédio estrategicamente, está situado na esquina da rua Joaquim Costa (antiga rua da Feira Velha) com a Avenida Presidente João Pessoa (que já foi Rua Nova), principal via pública da cidade.
Nas décadas seguintes pós a sua inauguração, cuja festa de abertura contou com a participação do então músico pernambucano “Capiba”, o local era dotado de uma superestrutura constituída de cinema - o Cine Teatro Éden; um clube social - o Excelso Club; uma confeitaria e café, moderna e atraente sorveteria, uma bem montada barbearia, salão de bilhar e até fábrica de gelo. Um marco na história do empreendedorismo cajazeirense dos anos 30.
Na época em que foi construído, o Edifício Ok chamava atenção da população cajazeirense e visitantes, dado o seu estilo arrojado em Arte Déco - tendência em uso nas construções da época e, pelas linhas 'neocubista' (crife meu), inspirada no modelo nas produções artísticas criada pelos pintores Georges Braque e Pablo Picasso, até então em moda na arquitetura das primeiras décadas do século XX.
Instalado na principal avenida de cidade, o Edificio Ok, era um ponto de convergência da sociedade de Cajazeiras, que do terraço, em meios ao esmalto do piso de tacos da sua parte superior, contemplava os grandes eventos da cidade, como os desfiles cívicos, as festas carnavalescas na Praça João Pessoa e, os ousados e gigantescos comícios das campanhas eleitorais que eram realizados nessa importante artéria da cidade.
A sua construção foi sem dúvida um grande acontecimento para a vida social da cidade e, por algum tempo, o orgulho da população. Mas, mesmo com suas linhas e traços inovadores, que marcou a arquitetura moderna dos anos 30, isso não foi o bastante para convencer o empresariado local de sua viabilidade comercial e, agora abandonado; esquecido; agoniza em direção as ruínas, com sua fachada sendo tapada com alvenaria ou placas publicitárias, com o único propósito de futuramente ser demolido sumariamente. O que é lamentável e, infelizmente, uma pena ver o seu estado de abandono.

Cleudimar Ferreira

ALBUM FOTOGRÁFICO



LEGENDAS DAS IMAGENS:
A primeira imagem mostra o prédio na década de 80, já em decadência, funcionando praticamente só o cinema.
A segunda imagem, (atual) revela o mesmo totalmente modificado e abandonado, servindo de depósito e oficina mecânica.
A terceira imagem. parte de esquina coma a rua Joaquim Costa, antiga rua da Feira Velha
A quarta fotografia, destaca o Carnaval de 1952. Destaque: carreata passando em frente ao Edifício OK.
A quinta fotografia, (foto: Marcos Andrade). A Praça João Pessoa anos 80, a noite. No lado o Edificio Ok em pleno funcionamente, com bares, cinema - Cine Éden e em cima, o Clube Social.
A sexta imagem, outra visão - frontal do Edificio Ok, vendo na marquise os cartazes do Cine Éden
A sétima fotografia mostra como foi a inauguração e abertura do Edifio Ok.
A oitava imagem, uma versão recente IA (celismar) do Edificio OK, mostrando os cartazes do Cine Moderno ou Cine Éden.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011


Templo da 1ª Igreja Batista de Cajazeiras

CURIOSIDADES SOBRE A 1ª IGREJA BATISTA DE CAJAZEIRAS
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A Primeira Igreja Batista de Cajazeiras foi fundada em 06 de janeiro de 1948 pelo Pastor Gustavo Barbosa de Queiroz e sua esposa conhecida como Maria, a "cantora". Antes de ser implanta oficialmente, a Igreja Batista já era atuante em Cajazeiras pelo menos acerca de 10 anos na forma de congregação, com aproximadamente 42 membros. A sua implantação na cidade não foi fácil, tendo em vista a forte tradição reinante do catolicismo romano. As perseguições eram tantas que segundo informações dos seus membros mais antigos, os comerciantes eram proibidos de vender gêneros alimentícios aos protestantes - como eram chamados; e o sepultamento deles passou a ser também proibido no cemitério municipal.

O púlbito é uma peça de museu. É da 
época da fundação da igreja.

sábado, 12 de novembro de 2011

Espetáculo "As Malditas" representa o Sertão de Cajazeiras na XVI Mostra Estadual de Teatro e Dança


               
            O espetáculo "As Malditas", uma comédia de costumes e tem um contexto cheio de surpresas, no tocante ao jogo dramático, conta a história de duas irmãs, Rosa e Margarida, as personagens que criam uma interação inteligente entre o espetáculo e o público, que durante sua ação vivem o limiar da lucidez e a obsessão do sonho, conquistando risos e aplausos de um povo que ri de sua própria miséria. Com texto de Saulo Queiroz e direção de Francisco Hernandez a montagem cajazeirense promovida pela Acate, através do Ponto de Cultura Arte para Todos, estreou no dia 3 de julho do ano em curso, no teatro Ica em Cajazeiras com sucesso de público. O espetáculo representará o sertão paraibano na XVI Mostra Estadual de Teatro e Dança que acontecerá no período de 12 a 19 de novembro do ano em curso, no Centenário do Teatro Santa Roza, na capital paraibana, a apresentação do espetáculo “As Malditas” será neste domingo, 13, às 21h00.

 Do Blog de Cristiano Moura. http://coisasdecajazeiras.blogspot.com



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Bosco Maciel "O Cantador"


Para ouvir suas canções acesse o site: MYSPACE as mais 
acessadas são: Jabuticabas, Alquimia 
e Chulé de Adão.
             
 

Poeta, folclorista e cantador. João Bosco da Silva - Bosco Maciel, nasceu em março de 1950, na cidade de Cajazeiras. É filho de José Cardoso da Silva e Santa Maciel. Desde criança manifestou interesse pelas artes, principalmente a pintura e a música. Conhecido como Bosco Maciel, em 1970 mudou-se para São Paulo e quatro anos depois veio residir em Guarulhos. Naquela cidade paulista, criou o instituto Casa dos Cordéis, espaço cultural cujo objetivo é valorizar todo tipo de manifestação artística e popular. 

No instituto são feitas apresentações de música e teatro; saraus literários e musicais; exposições de arte, danças regionais e eventos como Folia de ReisCavalo Marinho e Desafio de Cantadores Repentistas. Mesmo vivendo em Guarulhos, nunca esqueceu suas origens, centrando suas pesquisas nas figuras pitorescas do sertão, como os emboladores de feiraos cegos cantadoresas benzedeirasos vaqueiros e outros personagens que compõem o folclore nordestino.

Em 2005 participou do Projeto Funcultura, da Secretaria de Cultura de Guarulhos, sendo classificado em primeiro lugar com o livro Romanceiro lançado no mesmo ano. No ano 2007, entrou para a Academia Guarulhense de Letras. Em 2010, recebeu o título de Cidadão Guarulhense da Câmara Municipal de Guarulhos, como reconhecimento por serviços prestados à cidade na área de cultura popular. Bosco Maciel coordena também grupos de estudos que coletam peças e documentos que contam a história dos costumes brasileiros.


Anos 60. Arcenin (filho de Cícero Batista do foto recife); 
Jansen Lacerda (filho de Zezinho Lacerda); Bosco Maciel (filho de Zé Cardoso - 
torneiro mecânico) e Waldemar (filho de seu Cazuza). Ao fundo, 
a caminhonete Chevrolet de Zezinho Lacerda. 




domingo, 6 de novembro de 2011


A lenda do pôr-do-sol
Irismar di Lira

Um dia, nosso pai
Mandou ver o sol
E pôs no ocaso do que mais tarde
Seria o Açude Grande.

Tardei a entender a grandeza
De tamanho acontecimento
E a engenhosidade
De nosso pai
Em antever.

Outra vez, ordenou nosso pai
Que fizessem uma barragem
Para conter as águas,
Refreando os córregos,
Que corriam para o mar.

Antevendo o crepúsculo
O arrebol,
Deu-nos, nosso pai,
Em comum acordo com a natureza
A beleza desse pôr-do-sol



sábado, 5 de novembro de 2011

MISTURA DE ESTILOS NA PAISAGEM DE CAJAZEIRAS

o novo e o velho

A formação urbanística de Cajazeiras, vez por outra surpreende com imagens como essa. Aqui o novo (o Centro Administrativo e caixa d'água) com suas linhas simétricas e bem definidas se misturam harmoniosamente com o velho (da antiga Estação de Trens). Apesar de ser uma cidade cuja formação se desenvolveu dentro dos padrões da arquitetura interiorana nordestina - tão distante e diferente dos seguimentos arrojados da modernidade, presente nas edificações das grandes metrópoles; a nossa cidade deu exemplos para as gerações futuras de arquitetos, paisagistas e urbanistas que lida como este seguimento na cidade de como a união do novo com o velho podem ser adaptados e comungados em harmonia, seguindo os padrões estéticos, onde a experimentação de estilos seja presente, diferenciados, para definir um traçado urbanístico de gosto diferenciado. É a aquele velho ditado popular: unir o útil e o agradável e formar imagens assim.