quarta-feira, 8 de abril de 2015

Cartunista Luis Fernando Mifô estréia no Diário do Sertão.

O Cartunista Luis Fernando Mifô 

Sua página no Facebook tem atraído um grande número de seguidores e fãs, o que chamou a atenção do Diário, que resolveu apostar no talento do jovem cajazeirense.

O Diário do Sertão estreou nesta quarta-feira (8) seu novo cartunista, Luis Fernando Mifô, que publicará semanalmente suas charges e tirinhas sobre temas relacionados especialmente à cidade de Cajazeiras e região.
Sua página no Facebook tem atraído um grande número de seguidores e fãs, o que chamou a atenção do Diário, que resolveu apostar no talento do jovem cajazeirense.
A princípio será publicada uma charge ou tirinha por semana, sem dia definido, com tema livre. Mas é certo que a política local será uma das principais fontes de inspiração para o desenhista.
Sua charge de estreia - A VIGÍLIA, ilustra a “novela” envolvendo o grupo de teatro Fênix e a suposta programação de Semana Santa anunciada pela diretora da 9ª Gerência Regional de Educação.


Veja outros trabalhos de Mifô:
















Veja mais sobre Mifô .facebook.com/tirinhasdomifo/photos_stream
fonte: Diário do Sertão

sábado, 4 de abril de 2015

João Rodrigues Alves: Um ajudante de cargas que virou o dono da Andorinha e da Princesa do Seridó.

por: Philippe Figueiredo

João Rodrigues, a direita ao lado do também
empresário Raimundo Ferreira

Quem transita pelo bairro dos Bancários em João Pessoa, passando pela sua principal Avenida do Carrefour até as imediações do Shopping Sul, na sua maioria, não sabe o nome daquele importante logradouro. Ao invés disto, ela é conhecida como a “principal dos Bancários”. Bom, para quem não sabia, e não sabe, aquela avenida chama-se empresário João Rodrigues Alves e com toda certeza, quase ninguém sabe quem foi este ilustre cidadão e empreendedor de sucesso.

O começo

João Rodrigues Alves nasceu na cidade de Serra Negra, Rio Grande do Norte no dia 5 de julho de 1912 e posteriormente mudou-se para cidade de Areia, Paraíba. Logo após, muda-se para São José de Piranhas e em seguida Cajazeiras de onde nunca mais saiu. Na certidão de nascimento consta apenas o nome de sua mãe dona Tereza da Conceição. Aliás, ele sempre di­zia, sem constrangimento, ser filho de lavadei­ra e de pai ignorado. Orgulhava-se de não ter frequentado escolas e de ter começado a traba­lhar aos 12 anos de idade, como calunga de caminhão, que na verdade é a mesma coisa de ajudante. Ao atingir a maior idade, adquiriu carteira de habilitação de motorista profissio­nal e daí por diante avançou na vida. Em 1934, João já melhorara um pouco sua situação financeira, e adquire um caminhão (caçamba de madeira) passando a transportar material (pedra e barro) para o DNOCS na construção do açude de Boqueirão de Piranhas (Engenheiro ávidos), onde morava com a esposa (recém- casados) na casa de número 09, da rua principal.

Modelo de Caminhão Misto, usado pelo Empresário para
transportar passageiros na região de Cajazeiras

 João encontra a prosperidade em Cajazeiras

Com o fim da construção do açude, em setembro de 1937, João Rodrigues passou a residir em Cajazeiras, levando suas economias, fruto de seu trabalho, suficiente para comprar um caminhão novo, com boleia larga, confeccionada em madeira, adaptada para carregar cargas e passageiros e assim passou a transportar, principalmente, algodão em pluma dos maquinismos de Galdino Pires, em Cajazeiras e Antônio Gomes Barbosa, de São José de Piranhas, para Campina Grande, sempre com a boleia lotada de comerciantes que aproveitavam a viagem para fazer suas compras e transportá-las aproveitando a volta do mesmo caminhão. Mas ele não só servia transportando a mercadoria como também fazia o papel de cicerone para muitos desses comerciantes, e mais precisamente àqueles que viajavam pela primeira vez, e ainda servia de avalista, no ato de eventual compra feita a prazo.

Eliete, a filha, embarca de Cajazeiras em um
dos  ônibus da Viação Andorinha 

Ônibus da Viação Andorinha estacionado, na Garagem


Nasce a Viação Andorinha

O sucesso neste ramo, a necessidade de transportar mercadorias e passageiros, por estradas de chão batido (a BR-230 foi asfaltada a partir de 1968) faz com que João se torne um dos maiores empresários de Cajazeiras, bem como da região a partir de 1958. Possuía uma frota composta de vários caminhões e alguns ônibus, servindo para transportar cargas, de modo geral, inclusive combustíveis e também passageiros para Campina Grande. O ônibus que fazia essa linha era conhecido como “a sopa de Seu João". A partir de 1958, surge a Viação Andorinha que foi pioneira na linha com itinerário registrado no DER-PB (na década de cinquenta) de Cajazeiras - Campina Grande, estendendo-se mais tarde até João Pessoa e Recife, e na proporção que desenvolvia seu plano de expansão ia também interligando Cajazeiras, Campina Grande e João Pessoa com novas linhas, a várias outras cidades paraibanas, como: Sousa, Patos, Pombal, Triunfo, Brejo das Freiras, Uiraúna, Conceição, São José de Piranhas e Bonito de Santa Fé. Nos anos 60 e 70, a Viação Andorinha passa a ser uma das principais empresas de ônibus do estado, fazendo concorrência com as Viações Gaivota e Patoense.

Viação Patoense, empresa concorrente da Viação Andorinha.

João Rodrigues passa a expandir seus negócios não só na cidade de Cajazeiras, onde além da Viação Andorinha mantinha um posto de gasolina, uma casa de peças e pneus e era sócio da revenda Volkswagen na cidade. Passou a atuar também no Rio Grande do Norte onde em 1966, adquire do empresário da cidade de Caicó Manoel de Neném a Viação Princesa do Seridó juntamente com suas linhas: Natal x Cajazeiras via Caicó; Natal x Caicó; Natal x Currais Novos e Natal x Crato, esta linha foi criada já na administração da Andorinha. A administração da Princesa do Seridó ficou a cargo do seu filho mais velho José Rodrigues, o Zezinho. Aliás, seus filhos, somente Zezinho e Paulo Rodrigues, ainda adolescentes, foram os únicos filhos integrados como sócios na firma do pai e com ele trabalharam até a sua morte.

Quiché da Viação Andorinha em Patos

Personalidade simples e forte

Ele era uma pessoa extrovertida, orgulhava-se de tudo que fez e de tudo que foi na vida; não gostava de bajular e nem de ser bajulado. Também não gostava de etiqueta nem de protocolo; não tolerava exibicionismo. Tanto assim que quando alguém o procurava, mesmo para tratar de assuntos comercias, trajando terno e gravata, ele perguntava em tom de ironia, se era vendedor de livros ou pastor protestante, e para surpresa do excêntrico visitante justificava-se dizendo que não sabia ler e nem entendia de religião. Era avesso ao diálogo. Suas decisões eram tomadas de rápido improviso. Detestava vagabundagem. Para ele todo mundo era obrigado a trabalhar para ter condições de garantir, no mínimo, sua própria sobrevivência.



Expandindo os negócios (aquisição da viação Princesa do Seridó)

Pensava assim, talvez, pela sua condição de homem pouco letrado - todavia de visão empreendedora. Certa vez comentou: “não tem quem acabe os desvios nas empresas, principalmente no meu ramo. Por mais que bote fiscalização, os cobradores e os motoristas fazem seus desvios! Por isso é que luto para que os desvios não passem de 5% do faturamento, aí tá no custo”. Contava-se que quando chegavam mercadorias, ele chamava seu filho mais velho para ler a nota fiscal, só conhecia os números.

Viação Andorinha em Patos/PB

Em nenhum momento ele se distanciou de seus negócios - fosse trabalhando, viajando ou se divertindo. Sabia como ninguém aproveitar todos os momentos que a vida lhe oferecia. Era questão dele, se fazer presente a todas as solenidades - fosse cívica, religiosa, social ou política. Nas quermesses, por exemplo, ele não só comparecia como animava os leilões, extrapolando os preços dos brindes leiloados, para atormentar os que tinham pena de gastar. Sua contribuição, de modo geral, era espontânea e significativa. Diante de sua popularidade na cidade.

João Rodrigues ao lado de Antônio Ferreira em
um Comício em Cajazeiras.

Chagas Amaro, Sabiniano Maia, Edme Tavares, Iemirton Braga
Dudu e João Rodrigres Alves.

Política e morte prematura

João Rodrigues tinha gosto pela política e assim estreia na política, elegendo-se vice-prefeito em 1972 e na verdade foi seu primeiro e último mandato, pois faleceu no exercício do cargo. Seu João falece aos 65 anos em 1977 no auge de sua carreira empresarial e política, deixando suas empresas para esposa e filhos.


João Rodrigues, ainda jovem. 


Sem "seu João" no comando, as coisas não são as mesmas

Com o falecimento de seu João, seus filhos passam a tocar os negócios, mas sem o mesmo ritmo e tino comercial do pai e em seis anos, a Princesa do Seridó e a Andorinha não existiam mais. A Seridó vendeu suas linhas Caicó x Natal e a Currais Novos x Natal para a Jardinense e a linha Natal x Cajazeiras possivelmente foi desativada. O restante da empresa juntamente com a linha Natal x Crato foi vendida para a Gontijo em 1983. A Andorinha foi vendida para a recém-criada TransParaíba em 1982, com suas linhas bem como seus carros. Das linhas citadas, boa parte delas foram extintas ou suprimidas como é o caso da Campina Grande x Cajazeiras, S. José de Piranhas x João Pessoa e Campina Grande x Sousa. A linha João Pessoa X Bonito de Santa Fé permaneceu até 1999, quando foi mudada para a cidade de Conceição sendo esta, a partir de então João Pessoa X Conceição via Cajazeiras. A linha Conceição x Cajazeiras foi desativada em 2000 e reativada em 2009 para fazer conexão com as linhas para Brasília.

As linhas que pertencia a Viação Andorinha,
passaram para Trans Paraíba.
 

Legado

João Rodrigues Alves foi um dos maiores empreendedores do estado sem dúvida alguma. Mesmo sem saber ler e escrever construiu um patrimônio incrível à custa de muito trabalho e dedicação, numa época de muitas dificuldades. Cajazeiras deu dois grandes empresários dos transportes como o próprio João e Raimundo Ferreira da Viação Brasília embora que, ambos não tenham nascidos em Cajazeiras, mas retribuíram em forma de trabalho e progresso o acolhimento que esta cidade lhe proporcionou.

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Fonte:  Portal Ônibus Paraibanos. Imagens: Paraíba Bus Team

sexta-feira, 3 de abril de 2015

ESTIGMA, DE ALDO LINS

O poeta cajazeirense Aldo Ferreira Lins (que por sinal, tem toda minha reverência), constrói ao longo de sua vida, uma trajetória de cumplicidade com a poesia. De perfil underground, ele mescla seus poemas expelindo um ar de melancolia com a expressividade no sentido marginal da palavra. Vez por outra transita pelo o simbolismo, num revés entre versos que exprime um viés sentimentalista, por um lado, percorrendo por uma linguagem sombria, que vai ao extremo existencial da alma humana. Se tivesse vivido no tempo de Augusto, comporia com ele um par perfeito nesse estilo de concepção poética. No vídeo-poema abaixo, editado em 2007, dirigido por Taciana Oliveira e Walter Ramos, Aldo recita "Estigma" um de seus poemas.







quinta-feira, 19 de março de 2015

Prima terá polos nos bairros da cidade de Cajazeiras



Estiveram reunidos neste dia 09 de março de 2015 na 9ª Gerência Regional de Educação com a Gerente Regional de Educação, Andréia Braga, maestro e coordenador do Prima, Alex Klein, coordenadora do Polo do Prima, em Cajazeiras, Raquel Thais, diretor do Teatro Ica, Osvaldo Moésia, Articulador Regional, da Secretaria Particular do Governador, Rivelino Martins e a Secretária do Teatro Ica, Marlene Roberto, para tratarem das demandas do Prima  (Polo Cajazeiras), tais como: a participação de alunos no concerto do Prima, que acontecerá em Patos, no dia 30 de maio de 2015, com 300 alunos de todos os Polos do Estado, com a participação de um Solista Americano, para tocarem uma sinfonia de Beethoven e o Coral do Prima, cantando em alemão. 

Outro assunto discutido foi a renovação do convênio do Prima, com a Prefeitura Municipal de Cajazeiras e abertura de Polos Satélites nos Bairros São Francisco e Vila Nova; fortalecer as atividades no Polo Satélite no Caic e a abertura também de um Polo Satélite na Fundação Luís Antônio Bezerra, no Bairro dos Remédios. 

A meta para o Polo do Prima em Cajazeiras é manter os 100 alunos atuais e ampliar esse número para os 250 alunos, chegando assim, a formar uma Orquestra Jovem em Cajazeiras, sendo que os alunos mais avançados serão monitores/replicadores que vão repassar os seus conhecimentos aos novos alunos. A avaliação final da reunião foi positiva e que devem avançar cada vez mais o Prima em Cajazeiras.


fonte: coisa de cajazeiras

segunda-feira, 16 de março de 2015

              
EM DESTAQUE

LUTHIERIA CAJAZEIRENSE: Conheça a arte de confeccionar instrumentos musicais, de forma artesanal, do jovem luthier cajazeirense David Lamarck, nessa entrevista para Tv. Diário do Sertão. O rapaz confecciona seus instrumentos de forma improvisada, quase sem ferramentas apropriadas, debaixo de um pé de cajueiro, que fica no quintal da casa onde mora, localizada no bairro "Casas Populares" em Cajazeiras. O jovem artesão foi descoberto pela produção do programa Maria Calado. Veja o vídeo abaixo. 









referencias: TV Diário do Sertão 

sexta-feira, 13 de março de 2015

CAJAZEIRAS: A Tradição do Teatro Amador no Sertão.

por: Julieta Pordeus Gadelha  





A década era a de 30 quando alunos do Colégio Salesiano, em Cajazeiras, decidiram realizar pequenas encenações para lembrar datas comemorativas. Depois, veio a criação do TAC - Teatro de Amadores de Cajazeiras - sob a direção de Hildebrando Assis, e todo um movimento teatral que se consolidaria com uma sequência de espetáculos nos anos seguintes, a exemplo de “Mania de Grandeza”, “Feitiço da Vovó” e “Deus lhe Pague”. 


Por toda sua história e pela importância que representa para o movimento artístico paraibano, o TAC é uma referência histórica para o teatro amador de Cajazeiras e toda a região do sertão da Paraíba. Mas, antes mesmo da sua criação, há de se registrar um movimento artístico nos colégios da região, sobretudo quando se tratava de comemorações alusivas ao Dia das Mães, Dia dos Pais, Independência do Brasil (Parada de 7 de setembro) e a encenação do nascimento de Jesus no Natal. 

Esse movimento, no entanto, não tinha um caráter organizacional. Eram encenações espontâneas sem que houvesse uma agremiação ou entidade que as reunisse em um único ambiente. Isso só veio a acontecer com a criação do Teatro de Amadores de Cajazeiras por Hildebrando Assis. Quando Hildebrando deixou a cidade o TAC ganhou as mãos habilidosas e os cuidados de Íracles Pires, que hoje é o nome do teatro local. Ica, como era carinhosamente conhecida, assumiu a direção do Teatro de Amadores com a experiência de quem estudou arte dramática no Rio de Janeiro.


Da seriedade do trabalho de Ica o teatro cajazeirense conheceu novas formas de interpretação e o movimento teatral na cidade começou a ficar mais forte. De sua autoria, Ica encenou a peça “Fui Eu, Mas Não Espalha”. Outros espetáculos marcaram época e evidenciaram a influência do seu aprendizado no Rio de Janeiro. Exemplo disso são as montagens dos espetáculos “Édipo Rei”, “O Auto da Compadecida”, “A Afilhada de Nossa Senhora da Conceição”, “Dona Xepa” e “A Dama do Camarote”.


A partir da década de 60 e durante toda a década de 70 a cidade assistiu a espetáculos montados por um novo grupo: o GRUTAC. Inicialmente, o grupo foi dirigido por Geraldo Ludgero e depois por Ubiratan de Assis. Do GRUTAC saíram montagens como “Explosão Nordestina” e “A Mulher e A Pauta”. Foi no ano de 1976 que o grupo alcançou seu maior reconhecimento, conseguindo arrebatar prêmios no Festival de Inverno de Campina Grande com o espetáculo “Aí”.

Com o passar dos anos e o nascimento de novas gerações de artistas, Cajazeiras foi se transformando em um dos mais importantes celeiros culturais da Paraíba. Somente nas artes cênicas destacam-se diretores e atores como Eliézer Filho, Roberto Cartaxo, Ubiratan de Assis e os irmãos Nanego, Soia e Buda Lira, além da atriz Marcélia Cartaxo, dirigida por Eliézer Filho no Grupo Terra e descoberta pela diretora de cinema Suzana Amaral, com que trabalhou no filme “A Hora da Estrela”, vindo a ser consagrada a melhor atriz do Festival de Cinema de Berlim em 1986.


Com este prêmio Marcélia entrou para a história do cinema nacional, sendo a primeira brasileira a receber o “Urso de Prata” de Melhor Atriz, feito repetido apenas mais duas vezes, pelas atrizes Ana Beatriz Nogueira, com o filme “Vera” e Fernanda Montenegro, pela sua interpretação no filme “Central do Brasil”.

A repercussão do prêmio garantiu a Marcélia Cartaxo convites para novos trabalhos no cinema e na televisão, onde integrou o elenco da novela “Mico Preto”, da Rede Globo, além de episódios de seriados da emissora como “Você Decide”. Hoje, Marcélia tem residência fixa no Rio de Janeiro, onde segue carreira de atriz com projetos para atuação no teatro, cinema e televisão.


Todo esse percurso trilhado por Marcélia Cartaxo teve início na brincadeira de um menino chamado Eliézer Rolim que no final dos anos 70, gostava de brincar de teatro no quintal de casa. Eliézer - na época era apenas um garoto interessado por teatro – criou um grupo tão infantil quanto seus participantes: era o Grupo Mickey de Teatro. Das brincadeiras de representar com lençóis, barbantes, latas e outros trecos participavam o próprio Eliézer, Marcélia, Nanego e Soia Lira, entre outros meninos e meninas cajazeirenses que encenavam dramas no sertão.


De Mickey, o grupo passou a se chamar Terra. Foi a partir daí, com o Grupo Terra, que o trabalho de Eliézer ganhou mais força e maturidade. Com o espetáculo “Beiço de Estrada”, já residindo em João Pessoa, Eliézer arrebatou vários prêmios para o teatro paraibano. Como um dos prêmios do Ministério da Cultura, o espetáculo foi incluído Projeto Mambembão de Teatro e viajou para uma série de apresentações em São Paulo. Foi nesta ocasião que a atriz Marcélia Cartaxo foi convidada pela diretora Suzana Amaral para fazer um teste para o filme “A Hora da Estrela”. Era, na verdade, a sua própria hora de brilhar. Era também o reconhecimento e a consagração do diretor Eliézer Rolim.

Hoje Eliézer é um dos mais respeitados e premiados diretores de teatro da Paraíba. Dentre seus espetáculos que receberam prêmios em Festivais Nacionais estão: “Os Anjos de Augusto”, “Sinhá Flor” e “Mamanita” (depois transformado em “A Deus Mamanita”), todos com texto de sua autoria.  

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GADELHA, Julieta Pordeus. Antes que Ninguém Conte. Ed. A União-Superintendência de Imprensa; João Pessoa, 1998.
Fonte: http://www.teatropb.com.br

quinta-feira, 12 de março de 2015

UM BOM PROGRAMA!




A programação cultural em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, promovida pelo Governo do Estado, chega neste sábado, dia 14, ao município de Cajazeiras. O público local irá assistir ao show "Canto das Mulheres”, às 19h, inserido no Projeto Music From Paraíba, com a participação da cantora Mira Maya. O show e as atividades alusiva ao dia da mulher, se concentrarão na Praça do Leblon, localizada nas margens do açude grande - centro da cidade. O evento tem acesso gratuito ou público em geral. A ação é uma promoção SEMDH em parceria com a Secretaria de Cultura (Secult) e Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), com apoio da Prefeitura de Cajazeiras.