domingo, 16 de agosto de 2015

Na abertura do 1º Festival de Cinema, Cajazeiras verá grande show com destacados artistas da música paraibana.





Imagine só. Flávio Eduardo Fuba, Liss Albuquerque, Emiliano Pordeus e Jocélio Amaro. Todos estarão juntos as margens do açude grande dia 18 deste mês de agosto, às 22h, na Praça do Leblon, dividindo o mesmo palco, o mesmo espaço, em um grande evento musical que marcará a abertura do 1º Festival de Cinema de Cajazeiras. Nesse mesmo show, quem também estará presente, com sua irreverencia, contando suas piadas, se divertindo com a presença de todos; fazendo o público sorrir; será o ator e humorista, Márcio Tadeu. Portanto, você viverá uma terça-feira de muito prazer, de muita cultura e descontração ao lado de tanta gente importante na nossa arte paraibana, principalmente na nossa música.

Para aqueles que ainda não conhece os participantes desse grande show, aqui vai um pequeno perfil de cada um deles:

Liss Albuquerque:  Lis Albuquerque tem 2 Cds gravados e mais de 15 músicas gravadas por outros cantores e em discos de coletâneas. Várias apresentações em diversos estados do Brasil e também no exterior como Portugal e Espanha. Finalista e ganhador de vários festivais de música como o Canta Nordeste, Forró Fest, Festival da Canção - Fumap, dentre outros. Produtor Cultural, compositor de jingles publicitários Cachaça São Paulo - Grafiset - Vertical Engenharia - Colégio Pio XI - Colégios QI e CA - Sólida Imóveis - Vertical Engenharia - Sebrae 25 anos - TV Cabo Branco - dentre outros.

Flávio Eduardo Fuba:  Foi Produtor do Projeto Seis e Meia em João Pessoa e Campina Grande, por meio da Acorde Produções. Vereador da capital e ativista das artes sempre antenado com o dia-a-dia político-cultural da cidade, Fuba também já trabalhou como redator e diretor de criação de várias agências de publicidade, foi diretor de Marketing da PBTUR, presidente da Associação Folia de Rua e um é um responsável pelo ressurgimento do carnaval de rua de João Pessoa. Foi um dos fundadores do Bloco Muriçocas do Miramar, sendo também autor do hino desse bloco. Tem cinco CDs gravados e várias músicas interpretadas por artistas nacionais. Publicou em 1981 o livreto “Apenas um dia...” e a “Estrela Satélitica” além de vários folhetos de cordel. Em 2005 lançou o livro de crônicas “Nas ruas de nossas cabeças”. Em 2008, lançou o polêmico livro “Parahyba 1930: A Verdade Omitida”.

Emiliano Pordeus: O cantor e compositor paraibano Emiliano Pordeus, começou a flertar com a música aos 16 anos, integrando numa banda de rock formada por ele e amigos, influenciados pelos ícones do rock nacional. Como intérprete, participou de importantes festivais a exemplo da Paraíba. É Compositor, tendo músicas regravadas por artistas de projeção, entre eles: Adelson Viana/CE, Paul Ralphes/RJ, Strep/SP, o humorista Márcio Tadeu/PB, Fábio Carneirinho/CE, Ranniery Gomes/PB, Banda Nagibe/PB, Cieudo Gomes/PB, Michele Colaço/CE, Jofran di Carvalho/PB, Banda Grafith/RN, Ewerton Linhares/RN, Moreira Filho/PB, Targino Gondim/BA, Santanna O Cantador/PE, dentre outros.

Jocélio Amaro: Cantor e compositor cajazeirense, durante as ´décadas de 80 a 90 teve destacada atuação nos Festivais da Canção, além de atuar como produtor musical, foi diretor do Teatro Ica. Em 1998 mudou-se para São Paulo colocando toda sua musicalidade nos mais diversos palcos alternativos, participando de alguns eventos importantes como, Circuito Cultural, Virada Cultural e outros. Neste período, produziu 5 cds e uma coletânea, além de está em fase de produção de um outro trabalho, seus trinta anos de carreira.


Marcio Tadeu: Tem 28 anos de carreira dedicados ao teatro, televisão, cinema e humor. Ele já dirigiu mais de 20 peças teatrais com temas infantis e adultos. No currículo, passagem pelas grandes emissoras de TV do Brasil, o que confirma seu carisma e talento.  Em 2006, fez o seu primeiro trabalho na Rede Globo, na Minissérie “A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna, com direção de Luiz Fernando Carvalho. Participou das novelas “Morde e Assopra” e “Avenida Brasil”. Em programas de humorísticos Tadeu participou do “Zorra Total” e do Festival de Piadas do Show do Tom na Record.





sábado, 15 de agosto de 2015

Como foi a eleição para prefeito de Cajazeiras, em 1947, pós redemocratização do país.


Arsênio Rolim Araruna e José Bandeira de Melo (Bizé Bandeira)
Candidatos a Prefeito e Vice, respectivamente eleitos.

Manoel Cavalcante de Lacerda e Acácio Braga Rolim, candidatos 
a Prefeito e Vice, foram os derrotados no pleito. 



Com a deposição do Presidente Getúlio Vargas, em 1945, dando fim a uma ditadura iniciada com o golpe de 1937, acontece em seguida o inicio da redemocratização do país. Em Cajazeiras, dois anos depois, Arsênio Rolim Araruna se tornava o primeiro prefeito constitucional da cidade, eleito pós processo de redemocratização, no dia 12 de outubro de 1947. Ele venceu a eleição contra o seu oponente Manoel Cavalcante de Lacerda, por uma maioria de apenas 126 votos. Ou seja, foram 1.396 votos dados a seu favor contra 1.270 dados ao seu concorrente. O vice-prefeito eleito foi José Bandeira de Melo, o conhecido agropecuarista cajazeirense Bizé Bandeira. 
Bizé Bandeira também foi eleito num processo de eleição direta. Na época, o vice também era votado. Ele obteve 1.796 votos contra 1.352 dados ao saudoso Acácio Braga Rolim. Vale ressaltar que nessa eleição, Romualdo Rolim (irmão de Acácio), foi eleito vereador com expressiva votação. 
Membro de tradicional família cajazeirense, Arsênio Rolim Araruna assumiu a Prefeitura Municipal em 30 de novembro de 1947, cumprindo o mandato de quatro anos, que se encerrou em 30 de novembro de 1951. É considerado, até hoje, como um dos administradores mais íntegros da história política de Cajazeiras. O zelo com a coisa pública ainda hoje é lembrado como a grande marca da sua passagem pela Prefeitura de Cajazeiras. 
Das obras realizadas na cidade, a mais lembrada e destacada da administração de Arsênio Rolim Araruna foi o Mercado Público Central de Cajazeiras, localizado no centro da cidade. 
O ex-prefeito faleceu com 56 anos de idade, em 14 de julho de 1957 - seis anos depois que deixou a Prefeitura Municipal. Segundo os registros históricos, o seu sepultamento foi um dos maiores de Cajazeiras, e provocou grande comoção popular.


fonte: obeabadosertão

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Filmes que irão competir nas mostras de curta metragem do 1º Festival de Cinema de Cajazeiras




A Coordenação do 1º Festival de Cinema de Cajazeiras, divulgou a seleção de filmes que irão competir nas mostras competitivas, Sertanejo, Paraibano e Nacional de Curta Metragem. Veja abaixo, os títulos dos filmes, com seus respectivos diretores e tempo de duração. O Festival de Cinema de Cajazeiras acontecerá entre os dias 18 e 20 deste mês de agosto, na praça do Leblon. Na abertura, dia 18, será exibido o filme Cine Holliúdy do diretor cearense Helder Gomes. Durante todo festival, haverá shows de músicas e de humor com a participação de Fuba, Emiliano Pordeus, Liss Albuquerque, Jocelio Amaro e Marcio Tadeu. Compareça, participe e faça a sua festa.


MOSTRA 
CURTA METRAGEM SERTANEJO

Filme: NO RASTRO DA ESPOLETA 3 - ficção, 20min
Direção: Bonerges Guedes e Vinícius Guedes

Filme: ANTONINHA - ficção, 20min.
Direção: Laércio Ferreira Filho

Filme: QUANDO BATEM AS SEIS HORAS - doc. - drama, 20min 
Direção: Mikaely Batista

Filme: MUDAÇA - ficção, 19m35seg.
Direção: Janduy Acendino 


MOSTRA 
CURTA METRAGEM PARAIBANO 

Filme: CANDEEIRO - doc., 10min. 
Direção: Adriano Roberto

Filme: LOURDES RAMALHO: UM CONTO CONTADO POR ELA - doc., 15min. Direção: Mikaely Batista

Filme: O LOBISOMEM DA PARAÍBA - ficção, 16m21seg. 
Direção: Silvio Toledo

Filme: O OLHAR DE ZEZITA - doc., 15min. 
Direção: Mercicleide Ramos


MOSTRA  
CURTA METRAGEM NACIONAL

Filme: COELHO - ficção, 17m34seg. 
Direção: Wellington Silva

Filme: REIMUNDO - ficção, 19m27seg. 
Direção: Mário Vaz Filho

Filme: E SAÚ, O CONTADOR DE HISTÓRIAS - Animação, 13min. 
Direção: André Dias





fonte: Raquel Rolim

domingo, 9 de agosto de 2015

Timidez do poeta Cristiano Cartaxo

 por: Francisco Sales Cartaxo




o dia 6 de agosto, Cristiano Cartaxo Rolim teria completado 128 anos, se fosse possível viver tanto. Ele morreu em 1975, também no mês de agosto, dia 29, ainda lúcido, muito embora a memória, a vista e o mal de Parkinson já lhe causavam enervante angústia. Nascido em 1887, meu pai estudou na Bahia e no Rio de Janeiro, onde obteve o diploma de farmacêutico para juntar-se a seu genitor, major Higino Gonçalves Sobreira Rolim, pioneiro boticário em Cajazeiras, licenciado para exercer atividade de farmacêutico em ato formal assinada pelo imperador Pedro II, em 1875.
Cristiano Cartaxo ocupou posições na política cajazeirense – vereador, secretário municipal, prefeito interino – mesmo sem ter vocação de administrador público ou para as lides parlamentares e partidárias. Ele também não se entusiasmava com o comércio, conquanto fosse cuidadoso e competente no aviamento de receitas médicas e no trato das pessoas. Cristiano gostava mesmo era das letras, de versejar, tendo preferência especial pelo soneto. Fez-se professor, lia muito, inclusive em francês, disciplina que ensinou anos a fio. Talvez escondesse na leitura e na poesia sua timidez, o que não o impedia, porém, de falar em público, de proferir discursos e palestras. 

Exemplo emblemático de sua reservada conduta se deu quando rejeitou convite do cônego Matias Freire para integrar a Academia Paraibana de Letras. Tenho agora em mãos exemplar dos Estatutos daquela entidade, enviado a meu pai pelo ilustre sacerdote, com um bilhete, de 5 de junho de 1945, no qual “pede autorização para falar bem de seu nome na Academia”. Encontrei-o entre velhos papeis no acervo deixado por minha irmã Maria Ilina, falecida mês passado. Lá estava também um rascunho incompleto, escrito a lápis, da resposta de Cristiano a Matias Freire. Ei-lo:


Sede da APL - Academia Paraibana de Letras
“Recebi os Estatutos da Academia e o folheto sobre o Congresso de Esperanto, acompanhados do pedido de apresentação do meu nome à tão ilustre confraria. É este mais um estímulo sério que recebo para sair de minha toca sertaneja. E é com pesar que sinto haver chegado tarde demais o vosso convite amigo. Meu gosto demasiado pelas letras mais se afirmou em atividades fecundas, de modo que me sinto bem hoje sem os protestos (ilegível) em uma das cinco categorias de sócios da Academia. Cumpre-me agradecimentos à vossa lembrança, que mais parece reflexo dos que não me conhecem de perto”.
A timidez manifesta-se com igual vigor no soneto Ânimo Forte, dedicado ao cônego Matias Freire, em particular no primeiro quarteto:
“Estou velho, já não me tenta mais
a veleidade de afagar a ideia
de figurar na olímpica assembleia
mortal que sou, em meio aos imortais.”

Ora, ao ser convidado, Cristiano Cartaxo não completara ainda 58 anos! Sempre exibiu boa saúde e faleceu com 88 anos. O convite não chegara tarde, portanto. Era puro receio de sentar-se ao lado de intelectuais que ele conhecia à distância, em sua maioria, pela imprensa e por meio da leitura de livros. O poeta Cristiano superestimava a capacidade intelectual de seus futuros colegas de Academia, ele que optara por viver em Cajazeiras, numa época em que as distâncias geográficas eram tão grandes quanto às de nível cultural. Ou, pelo menos, mais acentuadas do que hoje, penso. E assim, Cajazeiras perdeu um imortal, imortal solene, da Academia, na qual é patrono o padre Inácio de Sousa Rolim, cuja cadeira foi ocupada pelo cônego Matias Freire.


Há 35 anos, agentes da PF monitoraram Lula em visita a Cajazeiras

artigo escrito pelo jornalista Adelson Barbosa dos Santos, publicado no portal correio, em 20.05.13, às 09h07m


Lula ladeados por militantes da esquerda de Cajazeiras. (em pé - da direita para esquerda da foto) 
Eugênio Alencar, Eliane, Lúcio Vilar, Gutemberg Cardoso, e "ele" - Lula, Fábia Carolino, Fátima Elias 
e Bosco Barreto. (Agachados - da direita para esquerda) Maria Marques, Céu - irmã de Eliane, 
Eugênio Feitosa e Chagas Amaro. 


Cajazeiras, sábado, 09 de agosto de 1980. O dia estava ensolarado e milhares de pessoas frequentavam a feira livre da cidade paraibana, que fica quase na divisa com o Estado do Ceará. Naquele dia, Cajazeiras recebeu a visita de uma liderança sindical emergente que, 22 anos mais tarde, seria Presidente da República: Luiz Inácio Lula da Silva.

Acompanhado do integrante do Comitê Central do PCR (Partido Comunista Revolucionário), Wanderly Farias (hoje jornalista), e do então suplente de senador pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro), partido de oposição que foi sucedido pelo PMDB, João Bosco Braga Barreto (já falecido), entre outras lideranças que articulavam a criação do PT na Paraíba, Lula participou de uma manifestação pública na feira de Cajazeiras.

Tudo foi acompanhado por agentes infiltrados da Polícia Federal. O Presidente da República era o general João Batista de Figueiredo, o governador da Paraíba era Tarcísio de Miranda Burity e o Brasil estava na efervescência do fim do regime militar, o que somente aconteceria cinco anos mais tarde, com a eleição de Tancredo Neves para presidente, numa eleição indireta realizada no Congresso Nacional.


Lula com jovens militantes da esquerda da cidade de Sousa. Cezar Nóbrega (ao lado de Lula), 
Antônio Pordeus (em pé ao lado de Cezar), João Marcelino (esquerda de Lula), Tadeu Sarmento (ao 
lado direito de Lula), Maurílio Estrela (ao lado de Socorro), Marcos Figueiredo, Júnior Pordeus, 
Paulo Figueiredo, Socorro Pinto, Antônio Nóbrega, Olavo Pordeus, Tito, Otacílio Trajano, 
Inaldo Leitão, Jurandy Conçalves e Luiz Júnior. 


Mesmo assim, agentes do Serviço Nacional de Informação (SNI), do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e da Polícia Federal estavam infiltrados em todos os movimentos sociais. Onde quer que ocorresse uma manifestação de protesto - estudantil ou sindical, os agentes de segurança estavam lá, fotografando, gravando, observando, anotando.

Eles monitoravam os passos de quem quer que fosse suspeito de subversão. Subversiva era qualquer pessoa que se opusesse ou fizesse qualquer crítica ao regime. E os subversivos estavam sujeitos às penalidades impostas pelo Ato Institucional Nº 5 (AI-5). Poderiam sofrer de intimidação a tortura, prisão e assassinato.

Nesta reportagem o Correio revela, com base em documento fornecido pela Comissão Estadual da Verdade e da Preservação da Memória da Paraíba, o teor de um relatório confidencial elaborado pelo Serviço de Informação do Departamento de Polícia Federal no Estado, em relação à visita do metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva às cidades de Cajazeiras, Souza, Patos, Bayeux e João Pessoa nos dias 9 e 10 de agosto de 1980.

O relatório é datado de 13 de agosto de 1980. Foi enviado ao Centro de Informação da PF em Brasília, ao SNI, ao 1º Grupamento de Engenharia e Construção em João Pessoa e ao Centro de Informações da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba. Uma observação escrita em carimbo afirma: “Qualquer pessoa que tomar conhecimento deste assunto fica responsável pelo seu sigilo”.

Lula com jovens militantes de esquerda 
de Cajazeiras em 1980


Comício em Cajazeiras:

O relatório confidencial sobre Lula diz que ele promoveu comício em praça pública, em Cajazeiras, com cerca de 1.000 pessoas “a quem conclamou, logo de início, à reação contra ações policiais que procuram reprimir protestos dos trabalhadores”.

O relatório afirma que Lula citou como exemplo de reação a passeata realizada no dia 1º de maio de 1980, em São Paulo. O então operário, segundo o relatório, teria dito no comício que, em virtude da insistência dos operários, os órgãos repressivos foram obrigados a recuar e permitir a concentração em São Paulo.

Frisou (Lula) ainda que, em hipótese alguma, o povo deve temer a ação policial, vez que inexistem cadeias para todos e anunciou que, no próximo ano (1981), os metalúrgicos do ABC (região paulista formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Carlos) farão greve de 82 dias, a fim de provarem que o Governo não tem forças e, consequentemente, cederá às exigências que lhe serão impostas, afirma o relatório sigiloso da PF sobre Lula.


1980. Lula ladeado pelos radialistas Gutemberg Cardoso e Chagas Amaro
1980. Lula em entrevista para Radio Difusora. Foto: Diário do Nordeste 
2020. em entrevista para Radio Arapuã. Jornalistas: Clilson Júnior, 
Luis Tôrres e Gutemberg Cardoso. Foto: Radio Arapuã  







Trailer do primeiro episodio do seriado "Vida Bandida" 
que teve algumas cenas gravadas em Cajazeiras e que contou também com a participação de atores da cidade, entre eles Gláydston Lira.

                                  Vida Bandida - Série - Trailer from InCartaz Filmes e Eventos on Vimeo.




sábado, 8 de agosto de 2015

Festival canto pela vida tem a primeira eliminatória realizada.






oi realizada na noite do dia 07, sexta-feira passado, a primeira eliminatória do Festival Canto Pela Vida. O evento aconteceu ao ar livre na Praça Ronaldo Cunha Lima, localizada em um dos bairros de Cajazeiras.

Foram inscritos para essa primeira eliminatória, 37 concorrentes, que passaram pelo crivo de um jure formado por Neném Amaro, Eduardo Batera e Júnior Terra. Desses 37 que se escreveram, apenas 10 foram selecionados para participar da referida eliminatória, sendo classificados cinco concorrentes para a etapa final que acontecerá no dia 21 de agosto, na Praça do Leblon.

Os classificados foram: Beatriz Gomes Lima (São José de Piranhas) interpretou a música Nordeste Independente de Bráulio Tavares e Ivanildo Vilanova, gravado por Elba Ramalho; Hannah Alencar Holanda (Cajazeiras) cantou a música Monomania de Clarice Falcão; Raquel Santos (Cajazeiras) defendeu a música Cheiro de Mato de Paula Fernandes e Maurício Santini, gravado por Paula Fernandes; Isabela Raiany F. de Sousa (Cajazeiras) cantou a música Gostoso Demais de Dominguinhos; Jonathan da Silva Rodrigues (Cajazeiras) interpretou a canção Tudo Para Mim de Ana Paula Valadão Bessa.

A segunda etapa do Festival Canto Pela Vida, acontecerá na próxima semana com a triagem no miniteatro Geraldo Ludgero na tarde quarta-feira (12) a partir das 14h, tendo sequencia com a segunda eliminatória que será realizada na sexta-feira (14), na Praça Camilo de Holanda, dentro das festividades do Bicentenário do Padre Dom Bosco.

Veja as imagens da 1ª eliminatória produzidas por Cavalcante Júnior:











fonte: secult cajazeiras