quinta-feira, 23 de maio de 2013
Sobre Líbio Brasileiro, escreveu o seu filho.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Opinião relevante do filho de Íracles Pires sobre a reforma do Teatro Ica.
fonte: facebook.com/Gutemberg Cardoso.
Conjunto "Os Rebeldes" de Cajazeiras.
Segundo um dos seus ex-integrantes, Bosco Maciel (com 18
anos em 1968), o conjunto musical viajou por todo Nordeste, fazendo festas e
bailes que iam das 10h às 4h da manhã. No repertório tocavam músicas dos
Beatles, Renato e Seus Blue Caps e Os Incríveis. Bandas contemporâneas da
música internacional, como a “The Brirds”, por exemplo. Afirma Bosco Maciel,
baixista do grupo, que a formação da banda possibilitou a todos
que acompanhava, passos importantes numa viagem que só a arte e a
cultura são capazes proporcionar.
Assegurou ainda Maciel: "o meu inglês aprendi nos
discos de vinil, que havia no Foto de Iraídes. Os arranjos e as vozes do vocal,
nós só tirávamos dos discos. Os ensaios eram realizados num espaço vizinho
a oficina de papai Zé Cardoso - torneiro e soldador. Enquanto papai trabalhava,
eu tocava.” Bosco Maciel mora em Guarulhos/SP, onde continua se dedicando
a música e a pesquisa das manifestações e da musicalidade da cultura popular brasileira.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
JORNAL NOVA ERA
quarta-feira, 15 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Patrimônio Natural da Cidade Destruído
Acorda Cajazeiras!
Falo isto e chamo a atenção e faço um apelo de público, ao IBAMA para lamentar sobre todos os aspectos, a forma truculenta e destruidora e porque não dizer criminosa, de como uma Árvore Cajazeiras, centenária e que fazia parte do patrimônio cultural de nossa cidade e que de forma irresponsável foi sacrificada em nossa terra.
Sobre o pretexto de uma pseudo reforma, que vem se realizando em nosso teatro a empresa responsável pela obra, de forma desrespeitosa com as nossas origens as nossas raízes e toda a cultura e história de um povo, corta pelo tronco uma planta que faz parte de todo um contexto de uma cidade.
E as pessoas assistem a este crime de forma pacífica, indiferente como se nada de anormal tivesse acontecido.
E quando um cidadão qualquer, sem conhecimento de causa, faz uma poda desordenada de um simples pé de xique - xique, logo é punido e multado, pelo IBAMA, quando muitas vezes não dá cadeia, pra quem pratica o chamado Crime Ambiental.
Nada, absolutamente nada contra a reforma que ora se concretiza em nosso Teatro local, apesar dos absurdos e desrespeito cometidos até o momento com a verdadeira história de construção desta casa de espetáculos, desde as lutas empreendidas até a sua consecução no seu projeto original. Hoje com a reforma toda a sua verdadeira história jogada no lixo.
E como se não bastasse acontece esse golpe de covardia, destruindo as raízes de um povo, fincadas ali, através de uma Árvore que muitas alegrias proporcionou ao nosso povo. E a pergunta que fica no ar, porque todos dormem em berço esplêndido em Cajazeiras, diante de tamanha desgraça.
Por muito menos Dr. Epitácio Leite Rolim não fora apedrejado, quando tomou a decisão histórica de destruir a velha ponte do Açude Grande, que ameaçava toda a cidade, hoje qualquer forasteiro chega em nossa terra, assassina uma Arvore que faz parte do nosso acervo cultural e ninguém diz ou faz nada.
Acorda Cajazeiras! Onde estão os nossos ambientalistas, artistas, autoridades constituídas, gente da minha terra. Até quando vai se permitir que Cajazeiras vire a cidade do já teve.






























