sábado, 15 de dezembro de 2018

O que rolou em 2018 nas áreas de Teatro, Dança e Música, no palco do Teatro Ica Pires

[ RETROSPECTIVA ] 
..........ARTES CÊNICAS..........



















..........DANÇA..........




..........MÚSICA..........







sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

OPÇÃO PARA MÚSICA INSTRUMENTAL DE CAJAZEIRAS


Homenagem ao polo PRIMA  - Cajazeiras
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Imagens da apresentação de encerramento do Ano Letivo de 2018, ontem, dia 13/dez., 
no Teatro Íracles Blocos Pires - Teatro Ica. Coordenação: David Alefh
Professores: Reginaldo Freitas, Ronaldo Freitas, Auricelio Leandro
Erlon Dantas e Mateus Freitas.













imagens: Osvaldo Moésia

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PROJETO ROTA DO SOL



Cajazeiras sediará 
Festival Internacional de Dança


Cajazeiras sediará no dia 23 de novembro, o Festival Internacional de Dança, que reunirá grupos da Argentina, Peru, Santa Catarina e Cajazeiras em apresentações na quadra do Leblon, ao lado da Secretaria de Cultura e Turismo do Município.

A abertura do evento coincidirá com as comemorações alusiva a emancipação política da cidade e será parte integrante da programação do projeto Rota do Sol 2018.  “Espera-se com muita expectativa esse evento, que promete dinamizar ainda mais a cultura de Cajazeiras, fazendo uma integração com outros municípios da região e até mesmo com outros países”, afirmou o secretário de Cultura, Ubiratan di Assis.

Já o Projeto Rota do Sol, denominado de Roteiro Cultural no Alto Sertão Paraibano, tem como proposito o de contribuir para o fortalecimento e promoção das artes populares no Alto Sertão. Serão dez dias de ações culturais, coletivas e integradoras, abrangendo seis municípios, a saber: Cajazeiras, Poço de José de Moura, Uiraúna, Joca Claudino, Triunfo e Bernardino Batista.

Na programação, encontro de dança, Mostra Regional de Teatro, Mostra Nacional de Música, Mostra de Cultura Popular, cursos e oficinas de música e artes cênicas, seminário de tradições culturais, cultura popular, cursos e oficinas pedagógicas para crianças de 7 a 12 anos, oficinas e gastronomia. O projeto é uma realização da Associação Cultural Pisada do Sertão, em parceria com o Governo do Estados e as prefeituras das cidades sedes, onde as atrações culturais serão realizadas. 

CLICK NA IMAGEM ABAIXO PARA VER A PROGRAMAÇÃO 




sexta-feira, 2 de novembro de 2018














PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO 2019

O mandato do Vereador Rivelino Martins, está realizando plenárias populares para debater o orçamento de Cajazeiras para o ano de 2019. O segmento cultural da cidade apresentou as propostas abaixo que estão expostas na arte.

PROPOSTAS:
1. Projeto de Circulação (Giro das Artes) em nível de município (urbano e rural) e regional;
2. Construção de Anfiteatro (teatro de arena) nas praças;
3. Desapropriação de área para circo e parque; (Ao lado da Rodoviária);
4. Lançar edital para realizar Paixão de Cristo;
5. Compra de micro-ônibus ou van para a Secretaria de Cultura e Turismo;
6. Construção de alojamento para receber artistas de outras cidades;
7. Maior inclusão da produção musical local nos eventos de massa;
8. Destinar recurso para o Novembro Negro;
9. Construir galpão no Xamegão e espaços onde já existem a UBS do Bairro São Francisco e outros locais;
10. Linha de Credito do Empreender Cultural.


#VereadorRivelinoMartins
#UmMandatoPopular

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

CONTROVERSO, MAS ABNEGADO: A HISTÓRIA DO CAJÁ ROCK EM 13 CARTAZES E FLYERS.


fonte: https://memodosviralatas.wordpress.com/


Em 1997, o abnegado Osvaldo Moésia, ainda com a sua verve meio punk, meio metaleira (fã dos Ratos de Porão e do Sepultura), dava início a uma saga musical em Cajazeiras digna de livro e documentário. Sim, sem exagero. Digna de um registro sério e detalhado. Afinal, já são 21 anos de Cajá Rock Produções e 18 edições do Cajá Rock Festival.

No longínquo ano de 1997, Osvaldo realizava a 1ª edição do festival. As bandas anunciadas no cartaz foram Apocalipse (ainda não tinha “Conspiração” no nome); Crônicas, que depois viria a se chamar Danos Morais; e Cabeça Chata, da cidade vizinha Bom Jesus. Segundo Osvaldo, Apocalipse não tocou porque desistiu na véspera.

De lá para cá já são 18 edições de um dos festivais de rock mais casca grossa da região. Digo casca grossa porque quem acompanha essa saga, seja nos bastidores da produção ou apenas como público espectador, sabe que, apesar de uma ajudinha aqui e outra ali das iniciativas pública e privada, o negócio sempre foi feito aos trancos e barrancos, “na tora” como dizem por aqui.

Mas por hoje não vou me alongar com detalhes porque a intenção dessa postagem é apenas mostrar a coleção quase completa dos cartazes e flyers (panfletos) do Cajá Rock. Das 18 edições, Osvaldo Moésia me cedeu os 13 cartazes e flyers que restam (apenas os da 3ª, da 4ª, da 13ª, da 15ª e da 17ª edição ele perdeu).

Se graficamente a maioria dos cartazes e flyers é simples e não tem nada que encha os olhos (embora dê para destacar um desenho do cartunista Angeli na 5ª edição e uma simpática Kombi na 14ª), historicamente é um mergulho na nostalgia. Até anotei algumas curiosidades. Por exemplo:

Transplante de rins – O 1º Cajá Rock teve uma concepção beneficente. De acordo com o cartaz, 50% da renda deveria ser destinada para o transplante de rins do professor Andrade, do Colégio Estadual (na época a Cajá Rock Produções ainda se chamava Chakal Rock Promoções).

Monstros – A 2ª edição, também em 1997, apenas um mês depois da 1ª, aconteceu no “Escritório dos Monstros”, no final da Avenida Presidente João Pessoa, onde hoje funciona um lava-jato. Segundo Osvaldo, o local assim se chamava porque pertencia a um tal “Rodrigo Monstro”. PS: o cartaz tem dois monstros desenhados à mão, um Frankenstein e uma caveira.

Música Urbana – A 5ª edição ocorreu em 2003 no extinto bar Música Urbana, que apesar de ter durado pouco, deixou saudade em muita gente. Lembro que lá foi o primeiro e até agora único bar da cidade onde eu ouvi The Prodigy sem ter sido eu que coloquei para tocar. PS: nessa edição a banda Os Monos não tocou.

Cartaz inválido – O 14º Cajá Rock aconteceu em julho de 2012 com as bandas Zé Viola (João Pessoa) e Epidemia Tipo 5. Mas existe outro cartaz que circula pela rede anunciando a 14ª edição no ano de 2011, com as bandas Monster Coyote (São Paulo) e Baião de Doido. Segundo Osvaldo Moésia, esse evento não foi realizado em 2011 porque a banda Monster Coyote não veio.

Locais – Com base nos 13 cartazes e flyers, o Leblon foi o local que mais recebeu o Cajá Rock. Ao lado da quadra de basquete, em frente ao bar de Fonfon, o festival se instalou pelo menos quatro vezes.

Bandas – De 1997 a 2016 (ano da 18ª edição), bandas que viriam a se tornar clássicas tocaram no evento, como Apocalipse (hoje Conspiração Apocalipse), Cabeça Chata, Comportamento Zero, Danos Morais, Epidemia (hoje Epidemia Tipo 5), Escaravelhos, Subgrave (Pau dos Ferros-RN), Insanidade (Sousa-PB), entre outras.

Turma denominada de altar de sacrifícios indo, em 1989, para o show de rock´n roll 
da banda Conspiração Apocalipse. Na foto Pena, John Mary, Jacques Douglas, D'Sena, Manga, 
Rômulo, JB, Osvaldo Moésia e Raimundo Moésia.

13 cartazes e flyers do Cajá Rock Festival













quinta-feira, 23 de agosto de 2018

ABERTO OFICIALMENTE O CINE AÇUDE GRANDE




O Cine Açude Grande - principal festival de cinema de Cajazeiras, foi aberto oficialmente na noite de ontem com apresentações de filmes na quadra da secretaria de cultura e show musical na praça do Leblon. O festival tem uma programação diversificada que se estenderá até o dia 25 desse mês de agosto, ofertando ao público cinéfilo cajazeirense, mostras de filmes, oficinas, debates, workshops e shows musicais.  

Neste ano de 2018, o festival prestará uma homenagem ao ator e dramaturgo Fernando Teixeira, figura bastante conhecida no cenário cultural paraibano. A homenagem vem pelo reconhecimento; pela sua importância para a cultura paraibana e por tudo que o mesmo tem representado e conquistado, nas produções no campo da dramaturgia – cinema, teatro em todo Estado. “Fernando Teixeira tem 76 anos, dos quais 57 foram de atividades no teatro, no cinema e na televisão. É hoje um dos atores mais respeitados na Paraíba”, afirmou Veruza Guedes, que coordena o evento junto com Thalyta Lima.

A programação do Cine Açude Grande, traz 48 filmes de várias partes do país, para serem exibidos, que concorrerão nas diferentes categorias, a partir da composição de um júri especializado, mas também terá escolha do melhor filme, pelo público presente no evento. A Mostra Infanto-Juvenil, acontecerá também em escolas e as próprias crianças vão poder votar no que mais gostaram.

Além destes filmes selecionados, haverá ainda, sessão especial sobre o Açude Grande, documentário produzido pelo Fórum do Açude Grande, seguido de debate. Assim como lançamento de filmes produzidos no sertão, como: “Quando Decidi Ficar” de Maycon Carvalho e “Você Conhece Derréis?” de Veruza Guedes. Ao final de cada sessão, a festa continua com muita música nos barzinhos que ficam na orla do Açude Grande e shows musicais na Praça do Leblon.