Naldinho Braga detona o Forró Eletrônico e diz que não se deve gastar dinheiro público com o que é nocivo, sobretudo as crianças e a juventude.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Em entrevista a TV Diário do Sertão, Naldinho Braga elogia Ricardo Coutinho, taxa de "lixo" o forró eletrônico e diz que Cajazeiras não tem mais cultura.
Naldinho Braga detona o Forró Eletrônico e diz que não se deve gastar dinheiro público com o que é nocivo, sobretudo as crianças e a juventude.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Um teatro para Cajazeiras. Por Hildebrando Assis
Cajazeiras merecia o teatro que o governador Wilson Braga
lhe deu. Pela constante e dinâmica atividade teatral que ali se desenvolve,
pelo apoio e estímulo que o seu povo sempre proporcionou aos conjuntos
amadorísticos da terra. Tomou-se uma das raras – raríssimas – cidades do
interior do Estado com uma intensa tradição teatral.Ao construí-lo, é certo que o governador atendeu a essa tradição teatral a que aludimos acima. É mais certo, porém, que ele foi impulsionado pelo grande amor que devota a Cajazeiras. Os cajazeirenses devem, pois, apreciar bem a grandeza desse gesto que se pode denominar de único no Brasil.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
1ª Mostra ao ar livre de Artes Plásticas em Cajazeiras
Em 1983, há 32 anos. o Ateliê de Artes de Cajazeiras, órgão que era vinculado ao antigo Núcleo de Extensão Cultural (NEC/UFPB), chegava à sua segunda mostra de artes com trabalhos dos seus alunos e artistas integrantes.
Neste ano, o ateliê consolidava a parceria com a comissão organizadora das semanas universitárias. Realizava também a sua primeira exposição ao ar livre. Uma experiência rodeada de expectativas já que o local escolhido era a Praça Nossa Senhora de Fátima (Praça da Sé), popularmente conhecida como Praça da Cultura.
Para tanto, foram providenciados tapumes, cordas, pregos e outros apetrechos que serviriam para a montagem dos painéis onde ficariam expostos os trabalhos. O difícil nessa empreitada do ateliê cajazeirense era o fato de que a exposição dividiria o mesmo espaço com a realização de uma das edições do Festival Regional da Canção no Sertão. A grande quantidade de pessoas que o evento musical reunia na praça, somada ao trabalho que os integrantes teriam todas as noites de recolher as obras, guardá-los em uma casa vizinha e, no dia seguinte, colocá-las novamente no mesmo lugar, era a principal preocupação de todos.
Entretanto, como o evento era ao ar livre, sujeito às intempéries do tempo e às mudanças climáticas, estávamos preparados. Na noite de abertura da exposição, nuvens escuras se fizeram de teto no local. O tempo fechou, um vento forte tomou conta da Praça da Cultura e os painéis com os quadros começaram a se torcer, fazendo com que algumas telas viessem ao chão. Eu e Marcos Pê fomos ao socorro das estruturas que seguravam as telas. Mesmo assim, a ventania saiu derrubando os trabalhos pelo chão. Mas deu para recolhermos todos os quadros e protegê-los com mais segurança no Coreto da Praça.
Após o vento e a chuva fina passarem, a lua apontou no céu com a sua luz reluzente. Voltamos a colocar os quadros no local e a exposição e o festival da canção, prosseguiram.
O Ateliê de Artes do antigo NEC/UFPB foi uma entidade que consolidou e contribuiu muito para o desenvolvimento das artes visuais na região de Cajazeiras. Ele surgiu após a realização, em 1978, do I Salão Oficial de Arte Contemporânea do Sertão, realizado pelo Governo do Estado em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Com a sua instalação, foi possível a concretização, em 1981, do primeiro intercâmbio de artes entre Cajazeiras e Campina Grande, no qual os artistas de nossa cidade tiveram a oportunidade de expor e mostrar seus trabalhos no antigo Museu de Artes Assis Chateaubriand (MAAC) da extinta Universidade Regional do Nordeste (FURNe).
Depois da realização da III Coletiva Cajazeirense de Artes Plásticas, em 1983; vieram a Coletiva Cajazeirense de Artes Descartável, em 1984, e, em 1985, a realização da exposição em homenagem a teatróloga Íracles Pires, no Grupo Escolar Monsenhor Milanez. Todas as exposições contaram com a coordenação de Telma Rolim Cartaxo e sua equipe, compostas pelos artistas plásticos Cleudimar Ferreira e Marcos Pê

sábado, 22 de fevereiro de 2014
Apelo de Bosco Maciel a Prefeita de Cajazeiras Denise Oliveira.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
TV anuncia exibição de filmes produzidos em Cajazeiras e Sousa em sua programação
A TV Diário do Sertão produziu neste final de semana um vídeo onde apresenta as novidades da sua grade de programação para este ano. Segundo o editor e produtor, Jocerlano Lúcio a TV On line ganhará três novos programas, sendo dois de jornalismo e outro na área de cultura.
Um crítico perplexo diante da tela que veio do sertão.
(Há 30 anos). Em 1984, durante a realização da Gincana Cultural Descubra a Paraíba, evento promovido pelo antigo MOBRAL em parceria com o Governo do Estado, que aglutinou artistas anônimos, desconhecidos com atuações nos mais longínquos lugares da Paraíba, a equipe de Artistas Plásticos do atelier de artes do extinto NEC/UFPB/Cajazeiras, competia com demais artistas do Estado.



























