terça-feira, 22 de março de 2011

Uma fotografia para a posteridade.
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Com o indicador direito sobre o mapa da Paraíba, o Bispo da Diocese cajazeirense, Dom José Gonzáles Alonso mostra ao Papa Bento XVI, onde está localizada a cidade de Cajazeiras. A fotografia foi
produzida durante o encontro do Bispo com o Papa,
que aconteceu em 2009, em Roma.


quinta-feira, 17 de março de 2011

Rua Padre José Tomaz: Duas fotos, duas épocas.



Duas fotos, duas épocas.

Duas fotos produzidas em épocas diferentes, mostra as mudanças na Rua Padre José Tomaz - centro comercial de Cajazeiras. Antigamente era formada pelas as ruas do Comércio, Coração de Jesus e Coração de Maria. A foto de cima, provavelmente, foi tirada entre as décadas de 60 e 70. A de baixo, pelo aspecto urbanístico que o local apresenta, bem como, as roupas indumentárias que veste os transeuntes, deve ter sido produzida nos 30 ou 40. Em 1890, a Rua do Comércio contava com oitos prédios, todos eles destinados à atividades comerciais. Mais na frente, no largo - trecho denominado de Rua Coração de Jesus, havia dez casas e a Rua Coração de Maria, pequenos prédios, residencias, totalizando o total de trinta e duas casas. Uma viagem ao passado de nossa cidade. Click nas duas para vê-las melhor.

Sobre o "Padre José Tomaz": O Padre José Tomaz, foi o primeiro vigário da paroquia de 
Nossa Senhora de Fátima. No século XIX, em 1864, foi escolhido oficialmente o primeiro Presidente da Câmara Municipal e em seguida, indicado como o primeiro Prefeito da cidade, ou seja, foi o primeiro administrador e chefe político da Cajazeiras.




segunda-feira, 7 de março de 2011

Artes Descartáveis em Cajazeiras

por: Cleudimar Ferreira























Capa do catálogo da exposição



No início dos anos oitenta, a arte brasileira, ainda saindo do estado de anestesia, procurava novos rumos. Um efeito provocado pela perseguição de uma estética, onde a expressão anartístico do carimbo, dos postais, heliógrafos, vídeo e fax, formaram quase na sua totalidade os elementos mais vistos nas galerias de artes dos subsequentes anos setenta.

Um impacto visual que começou a perder força para o pós-modernismo, que avançou rápido sobre as massas, inaugurando um novo estilo de vida permeado basicamente, pelo espírito consumista, hedonista e narcisista, de característica extremamente individualista.


Com essa apoteótica febre do pós-moderno, na Paraíba, o NAC - Núcleo de Arte Contemporânea, ligado a UFPB, despontava nos primórdios anos oitenta, como promotor de grandes exposições e oficinas de artes desse gênero em João Pessoa e estendidas também para o interior do Estado, nos centros com maior engajamento artístico, como foi o caso de Campina Grande e a cidade de Areia, através da realização do seu Festival de Arte.


Foi também nesse período que a Paraíba viu nascer, em 1983, a Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego, que passaria a ser o principal órgão realizador de intensivos eventos culturais de proporções maiores - como referência; o Workshop Brasil-Alemanha, em 1991 e a gigantesca mostra de arte expressionista alemã, em 1992.


Em Cajazeiras, nos indecisos primeiros anos oitenta, foi instalado no campus V da UFPB, o Núcleo de Extensão Cultural - NEC, que passou a ter uma caráter respondível na direção de quase todos os acontecimentos culturais de nossa cidade. Sob sua tutela, a sociedade cajazeirense viu surgimento em 1981, do primeiro intercâmbio de arte entre duas cidades - Cajazeiras e Campina Grande; viu também entre os anos de 1980 a 1983, a realização de sucessivas coletivas de artes plásticas na Biblioteca Pública Municipal.


Se os acontecimentos acima, reforça a tese dos antecedentes da pintura, que remontaram ao dadaísmo e ao pensamento de Marcel Duchamp, por serem ambos referência discriminatória a pintura, por ela representar o “bom gosto” da burguesia, O pós-moderno também sofreu suas modificações e passou a ter características marcantes, trazendo consigo traços de desmobilização e despolitização, se valendo de uso de matérias até então não convencionais a arte, como os descartáveis - no agora, protagonizados de recicláveis e passivos de serem aproveitados como objeto para a criação artística.


“Isso, porque já não se concebe uma limitação de só se expor obras em óleo, quando a arte brasileira anda cheia de alternativas e novas tendências de impacto visual e temático, que só evidenciam o seu potencial” afirmou, em 1984,
a Artistas Plástica Telma Cartaxo, para justificar a realização da primeira exposição de Artes Descartáveis de Cajazeiras.

A exposição, como bem frisou Telma Cartaxo, se tornou naquele ano, em 1984, em um dos maiores eventos culturais do sertão e em especial de Cajazeiras, facultando a população a oportunidade de ver não os elementos da pintura propriamente dita, como a tela, as cores, os traços e linhas, mas observar um conteúdo composto de objetos e instalações, confeccionados a partir de papelão, linhas, madeiras, estopas e outros materiais geralmente descartáveis pelo comércio e população cajazeirense. Foi algo inusitado para uma sociedade acostumada com a visão acadêmica que a pintura ainda revelava nas exposições anteriores, patrocinadas pelo setor de artes visuais do NEC.


Participaram da Exposição os artistas Gregório Guimarães, Marcos Túlio, Francisco Oliveira, Ricardo Figueiredo, Cleudimar Ferreira, Aldacira Pereira, Telma Rolim Cartaxo e Marcus Pê. A referida exposição foi realizada entre os dias 04 e 22 de agosto, na Biblioteca Pública Castro Pinto e teve o apoio da AUC - Associação Universitária de Cajazeiras, Funarte e Secretaria de Educação e Cultura do Estado.


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domingo, 6 de março de 2011

O Eterno Carnaval de Rua do Folclórico
Carnavalesco
João de Manezim
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sábado, 5 de março de 2011

O fascinante deslize das águas
na sangria do Açude Grande.

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quinta-feira, 3 de março de 2011

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Antiga Praça (Av.) João Pessoa. Olhando bem a imagem abaixo e comparando
com "as" que estamos acostumados a enxergar hoje, podemos
ver quanto mudou o nosso principal passeio público.



quarta-feira, 2 de março de 2011

Deu na folha:











Ator promete permanecer 
ficar acorrentado na porta do Teatro Ica 
por tempo indeterminado em protesto


Manobras para retardar a nomeação do teatrólogo cajazeirense Orlando Queiroz Maia (foto), o “Mainha”, está deixando o rapaz insatisfeito, pois o mesmo já atribui os acontecimentos a um grupo de pessoas ligadas umbilicalmente a cultura local e, indícios dão que o empresário que explora comercialmente um bar instalado no anexo do Teatro Iracles Pires vem usando de toda artimanha para a retardação da nomeação do referido ator.

Tudo porque “Mainha” andou comentando nos bastidores que tem a intenção de tomar providências urgentes no desmembramento de água e luz que aquele “comércio” usa abundantemente sem custas ao mandatário. Inconformado, visivelmente, Orlando se prepara para fazer uma greve de fome em protesto às atitudes dos "companheiros" de outrora.

Como prazo estabelecido para iniciar silenciosamente ao referido infortúnio, "Mainha" se diz pronto para as primeiras horas desta quinta-feira (3), na porta do teatro, "vou permanecer acorrentado, sem comer por tempo indeterminado, ou até que as autoridades tomem conhecimento e resolvam de uma vez essa questão", afirmou o mesmo.



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